dIvêRjo

Sol de primavera

30 Setembro, 2008 · 1 Comentário

Alvorecer (clique para ampliar)

Alvorecer (clique para ampliar)

A primavera chegou, e com ela um dia visivelmente mais longo. Não, óbvio, o dia não tem mais que 24 horas, conforme se convencionou medir. Refiro-me ao tempo de luz em oposição ao tempo de breu. E é por isso que os espertos capitalistas inventaram o “horário de verão”, como sempre por motivos econômicos.

De minha janela, contradições da vida, já não posso mais aproveitar a primeira claridade da manhã. Se até uma ou duas semanas atrás o sol nascia um pouco mais para noroeste, agora ele caminhou um pouco mais para leste e saiu de trás de um imenso prédio em minha vizinhança que o cobria, vindo dar, desde os primeiros raios, diretamente em minha mesa de trabalho.

Despontando com intensidade (clique para ampliar)

Despontando com intensidade (clique para ampliar)

Tenho com o sol uma relação unilateral de respeito e admiração, mas com a devida distância imposta não apenas por nossas posições diferenciadas no Cosmo, como pelo fato inexorável de que suar é uma das coisas que mais abomino nesta vida! Admiro-o com os olhos, principalmente quando desponta no horizonte, seja ao alvorecer ou, ainda mais, ao entardecer, em que o lusco-fusco nos surpreende com suas cores. Nos outros momentos prevalece apenas o respeito e a devida distância.

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A Great Day For Freedom (Live In Gdańsk) – David Gilmour

29 Setembro, 2008 · Deixe um comentário

Direto do Canal “OfficialDavidGilmour”, do YouTube, um extrato de seu último lançamento: Live In Gdańsk, ocorrido neste mês de setembro.

Trata-se de uma apresentação ao vivo, em 26 de agosto de 2006, ocorrida em Gdańsk, Polônia, com a participação da orquestra “The Baltic Philharmonic Symphony Orchestra In Gdańsk“, regida por Zbigniew Preisner. Foi a última apresentação da turnê de “On An Island”, a pedido da “Gdańsk Foundation”, a qual assistiram 50.000 pessoas. Para quem não sabe, o líder operário, ativista dos direitos humanos e primeiro presidente polonês após o fim do regime comunista, Lech Walesa, era líder operário em Gdańsk, no estaleiro naval ali existente, onde ocorreu a apresentanção. Em um dos produtos foi registrado um encontro de David com ele.

A banda foi formada por Richard Wright (teclados e vocais), Phil Manzanera (guitarra e vocais), Jon Carin (teclados, programação e vocais), Guy Pratt (baixo e vocais) e Steve Stanislau (bateria e vocais), além, claro, de David Gilmour (guitarra e vocais). Cada um ganhou uma câmera exclusiva através da qual foram focalizados em close durante toda a apresentação, através de um painel especialmente montado acima do palco.

(Clique para ampliar)

Capa de "Live In Gdańsk" (Clique para ampliar)

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“Live In Gdańsk” foi lançado em várias versões, com 2 CDs, 2CDs e um DVD, 2CDs e 2 DVDs, 3 CDs e 2 DVDs e, isso mesmo, 5 LPs. Clique aqui para baixar “A Great Day For Freedom”, em MP3, direito do site de David Gilmour.

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Rio Tocantins, algumas imagens

28 Setembro, 2008 · 4 Comentários

Algumas modestas fotografias às margens do rio Tocantins, em Marabá, PA, feitas em um final de tarde de fevereiro deste ano.

Para começar, porém, uma imagem de satélite para registrar onde as fotos foram feitas:

Rio Tocantins, na altura de Marabá - PA.

Rio Tocantins, na altura de Marabá - PA.

A foto área abaixo foi feita quando estava chegando. Observe a confluência do rio Itacaiúnas com o Tocantins, na altura da chamada Velha Marabá. Para quem não sabe, Marabá é dividida em três: Velha Marabá (também chamada de Marabá Velha ou Marabá Pioneira), onde as fotos 2 a 7 foram feitas e o município iniciou seu processo de formação; Nova Marabá, porção mais a leste na imagem acima, onde desemboca a ponte rodoferroviária e, por fim, Nova Cidade, localizada mais ao sul, na outra margem do Itacaiúnas. Ano a ano a região da Velha Marabá, sobretudo onde foram feitas as fotos 2, 3 e 4, inunda e deixa diversas pessoas desabrigadas.

Rio Itacaiúnas na confluência com o rio Tocantins, em Marabá - PA.

Em ângulo um pouco diferente ao da imagem de satélite anterior, a confluência dos rios Itacaiúnas e Tocantins, em Marabá - PA.(clique para ampliar)

1 - Ponte rodoferroviária sobre o rio Tocantins, em Marabá - PA. (clique para ampliar)

Fotografia nº 1: Aspecto da ponte rodoferroviária da Estrada de Ferro Carajás, na qual os veículos trafegam em mão de trânsito inglesa. Ao centro se encontra a linha férrea, sendo que nesta foto o composição estava iniciando a travessia, carregada com o minério de ferro de Carajás.

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Casas em palafita.

2 - Casas em palafita. (clique para ampliar)


Fotografia nº 2: Confluência exata do rio Itacaiúnas com o rio Tocantins. Ano após ano esta área é alagada, as pessoas ficam desabrigadas durante algum tempo e depois retornam.

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Crianças brincando.

3 - Crianças brincando. (clique para ampliar)

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Fotografia nº 3: Crianças brincam na porta de casa. O rio Tocantins está logo ali, a menos de 10 metros.

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Jovem grávida lavando vazilhas. (clique para ampliar)

4 - Jovem grávida lavando vasilhas. (clique para ampliar)

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Fotografia nº 4: Moça, aparentando não mais de 15 ou 16 anos, grávida, lavando vasilhas no rio.

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Fim de tarde no rio Tocantins.

5 - Fim de tarde no rio Tocantins. (clique para ampliar)

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Fotografia nº 5: Fim de tarde às margens do rio Tocantins. A luz começa a diminuir e proporciona um espetáculo de cores.

Um vôo para a água do Tocantins.

6 - Um vôo para a água do Tocantins. (clique para ampliar)

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Fotografia nº 6: Jovens se divertem pulando do cais. Nesta época o rio Tocantins estava bem cheio, mas longe dos níveis que provocam enchentes.

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Fotografia nº 7: O sol da adeus ao dia, numa profusão de cores chamada lusco-fusco.

Pôr do sol no rio Tocantins.

7 - Pôr do sol no rio Tocantins. (clique para ampliar)

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Remember a Day

25 Setembro, 2008 · Deixe um comentário

David Gilmour toca em tributo a Richard Wright, falecido recentemente. Veja texto originalmente publicado em http://blitz.aeiou.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=bz.stories/33281:

“Remember A Day”: David Gilmour em tributo musical a Rick Wright

Dave Gilmour interpretou tema escrito pelo teclista co-fundador dos Pink Floyd, falecido na semana passada. Veja o vídeo.

David Gilmour recordou Richard Wright, companheiro dos Pink Floyd, no programa da BBC ‘Later… With Jools Holland’ transmitido ontem à noite.

O músico interpretou “Remember A Day”, tema do segundo álbum da banda A Saucerful Of Secrets, de 1968 – ano em que Gilmour se juntou à formação – escrito pelo teclista e compositor falecido no passado 15 de Setembro, aos 65 anos.

“Ele era uma pessoa humilde mas muito talentosa, um companheiro muito querido. Ficámos muito tristes por o termos perdido”, disse depois do tributo musical.

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Homenagem póstuma a Richard Wright, do Pink Floyd

15 Setembro, 2008 · 4 Comentários

Richard Wright

Richard Wright

Richard Wright, tecladista, compositor e vocal do Pink Floyd, morreu hoje, 15 de setembro de 2008, após breve luta contra um câncer.

Com o Pink Floyd totalmente dominado por Roger Waters desde a gravação de “Animals”, lançado em fevereiro de 1977, Richard Wright, membro fundador, foi “demitido” da banda durante as gravações de “The Wall”, em 1979, sendo readmitido enquanto contratado apenas para os shows da turnê. Nesta ocasião ele estava muito envolvido com substâncias ilícitas.

Após lançar o fraco “The Final Cut”, em 1984, Waters dá por encerrada a banda. David Gilmour e Nick Mason, entretanto, não concordam e após uma longa batalha judicial da qual saíram vitoriosos, dão seqüência ao Pink Floyd, reincorporando Richard Wright já durante as gravações de “A Momentary Lapse of Reason”, lançado em setembro de 1987.

No último álbum de estúdio do Pink floyd, “The Division Bell” (lançado em abril de 1994), Richard Wright participa mais ativamente, como antes de “Animals”, compondo algumas das músicas em parceria com David Gilmour. Neste álbum, inclusive, ele canta “Wearing the inside out”, canção de sua autoria através da qual fala de seu mergulho no obscuro mundo das drogas.

Com profunda tristeza e pesar, posto esta singela homenagem. O vídeo abaixo apresenta uma de suas últimas performances ao lado de David Gilmour, durante turnê do disco solo “On an Island”, deste último, em 2006.

Descanse em paz, Rick!

Abaixo, nota oficial de David Gilmour, em http://www.davidgilmour.com:

Richard Wright

Richard Wright

“No one can replace Richard Wright. He was my musical partner and my friend.

In the welter of arguments about who or what was Pink Floyd, Rick’s enormous input was frequently forgotten.

He was gentle, unassuming and private but his soulful voice and playing were vital, magical components of our most recognised Pink Floyd sound.

I have never played with anyone quite like him. The blend of his and my voices and our musical telepathy reached their first major flowering in 1971 on ‘Echoes’. In my view all the greatest PF moments are the ones where he is in full flow. After all, without ‘Us and Them’ and ‘The Great Gig In The Sky’, both of which he wrote, what would ‘The Dark Side Of The Moon’ have been? Without his quiet touch the Album ‘Wish You Were Here’ would not quite have worked.

In our middle years, for many reasons he lost his way for a while, but in the early Nineties, with ‘The Division Bell’, his vitality, spark and humour returned to him and then the audience reaction to his appearances on my tour in 2006 was hugely uplifting and it’s a mark of his modesty that those standing ovations came as a huge surprise to him, (though not to the rest of us).

Like Rick, I don’t find it easy to express my feelings in words, but I loved him and will miss him enormously.

David Gilmour
Monday 15th September 2008″

Richard Wright (28 de Julho de 1943 - 15 de Setembro de 2008)

Richard Wright (28 de Julho de 1943 - 15 de Setembro de 2008)

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Dona Ruth, o Bolsa Família e a “grande” mídia

25 Junho, 2008 · Deixe um comentário

Dona Ruth morreu, que Deus a tenha. Pessoalmente, não tenho nada contra ela. Mas, ninguém quando morre é feio ou ruim. Não que ela fosse. Mas, estão dourando demais a pílula… O presidente dos tucanos declarou que ela tinha grande prestígio no partido, adiando a comemoração de seus 20 anos que ocorreria hoje. A “grande” impressa, desde ontem, quando foi anunciada sua morte, a aponta como mentora do Bolsa Família, dizendo que já estava tudo acertado para que os programas de vale gás, vale leite e o escambau fossem unificados no famoso programa de transferência de renda do Governo Lula, criticado no Brasil e reconhecido no mundo inteiro. Agora, da noite para o dia, da vida para morte, o Bolsa Família virou obra de dona Ruth! Nem isso o Governo Lula fez! E a influência de dona Ruth era tanta entre os tucanos que eles são os maiores críticos do programa… Ora, faça-me o favor de não nos tratar como idiotas!

Abaixo o exemplo de Dimenstein…

Ruth Cardoso é um dos personagens discretos por trás da maior realização social da gestão Lula: a Bolsa- família.

Como uma das mais notáveis estudiosas brasileiras da questão social, Ruth Cardoso ajudou, quando era primeira-dama, na implementação de ações governamentais que fossem focadas e envolvendo diferentes esferas de poder, num esforço para evitar a superposição da tarefas e desperdício de recursos.

Havia tempo, ela observava a pulverização inconseqüente de planos oficiais. Até então praticamente não existiam no país projetos envolvendo tantos e tão diversos ministérios e secretarias, centrados no município.

Nessa visão, ela vinha impulsionando, dentro do governo FHC, um plano para que as diferentes bolsas (bolsa-escola, bolsa-alimentação etc) existentes fossem unificadas em torno de apenas um eixo –no caso, a família. Buscava-se um único cadastro para os programas.

Todo esse esboço de unificação já estava encaminhado quando Lula assumiu poder.

Gilberto Dimenstein, 48, é membro do Conselho Editorial da Folha.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u415856.shtml

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Homem que era mulher anuncia estar grávido

27 Março, 2008 · 1 Comentário

Como diz o bordão de uma personagem da TV brasileira: “Prefiro não comentar”…

Thomas Beatie grávido

O transexual americano Thomas Beatie anunciou estar grávido de uma menina e deve dar à luz em julho deste ano, apesar da oposição da classe médica, de parentes e amigos.

Em depoimento prestado à revista dirigida a homossexuais The Advocate, Beatie, que nasceu mulher, mas trocou de sexo há oito anos, conta que sua mulher de dez anos, Nancy, sofreu uma histerectomia – retirada do útero – no passado e, quando o casal decidiu iniciar uma família, coube a ele engravidar.

“Querer ter um filho biológico não é um desejo feminino ou masculino, é um desejo humano”, disse Beatie, acrescentando que, quando o casal decidiu ter um filho, ele parou de tomar suas doses regulares de testosterona e voltou a ovular naturalmente, não sendo necessário o uso de nenhuma droga para aumentar a fertilidade.

““Eu sou um transexual, legalmente um homem, e legalmente casado com Nancy”, diz ele na revista. Conto com todos os direitos federais de um casamento”.

Quando trocou de sexo, Beatie se submeteu a uma mastectomia – teve seus seios retirados – e iniciou uma terapia com hormônios masculinos.

“Mas mantive meus direitos reprodutivos”, diz ele, esclarecendo que a sua mudança de sexo não incluiu nenhuma modificação dos seus órgãos sexuais femininos.

Rejeição

Beatie conta que o casal enfrentou rejeição e chegou a ser recusado por médicos, quando foi procurar inseminação artificial.

“O primeiro médico que procuramos era um endocrinologista especializado em reprodução. Ele ficou chocado com a situação e pediu que eu raspasse os pelos faciais. Depois de uma consulta de US$ 300 ele, relutantemente, fez meus exames médicos”, diz ele.

O médico ainda ordenou que o casal fosse examinado pelos psiquiatras da clínica para avaliar se eles tinham “condições psicológicas” de ter um filho.

Mas, segundo Beatie, poucos meses e alguns milhares de dólares depois, o médico suspendeu o tratamento afirmando que ele e seus funcionários se sentiam desconfortáveis por tratar alguém como ele.

“Médicos nos discriminaram, nos mandado embora por causa de crenças religiosas. Profissionais de saúde se recusaram a me chamar por um pronome masculino ou reconhecer Nancy como minha esposa. Recepcionistas riram da gente”, afirma.

Ao todo, diz ele, nove médicos foram envolvidos no processo, até que eles conseguiram acesso a um banco de esperma. Mas tiveram que optar pela inseminação caseira.

Quando engravidou pela primeira vez, foi uma gravidez ectópica (quando o embrião se fixa fora da cavidade uterina) de trigêmeos, que fez com que ele perdesse os embriões e uma de suas trompas.

“Quando meu irmão soube disso, disse ‘é uma coisa boa isso ter acontecido. Quem sabe que tipo de monstro teria sido?’.” A família de Nancy sequer sabia que Beatie é um transexual.

Segundo Thomas, há até pouco tempo, os vizinhos na pequena comunidade de Oregon consideravam ele e Nancy um casal normal, trabalhador e apaixonado, até que eles decidiram ter o primeiro filho.

Além da comunidade médica local, poucos sabem que ele está grávido de cinco meses, mas ele afirma que está se sentindo “incrível”.

“Apesar de minha barriga estar crescendo com uma nova vida dentro de mim, estou estável e confiante sendo o homem que sou. De forma técnica, me vejo como minha própria ‘mãe de aluguel’, apesar de que minha identidade como homem é constante. Para Nancy, sou o marido dela carregando nosso filho.”

 

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Doravante II

14 Março, 2008 · Deixe um comentário

O dia terminou como começou, mas já bastante diferente.
A tormenta persistiu, ainda anunciando as mudanças. Mas, os grilhões começaram a ser quebrados e os clarões da aurora já se prenunciam…

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Doravante

14 Março, 2008 · Deixe um comentário

O dia amanheceu carregado, como que antevendo grandes transformações. A ira se precipitou sobre a terra, trazendo apreensão e cuidados necessários nestes momentos. Por maior que seja a tormenta, porém, a mesma sempre é sucedida pela bonança. Espero que assim seja.

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Identificando loucos através do olhar

14 Março, 2008 · Deixe um comentário

etTenho aprendido, com o tempo, a identificar certos tipos de loucos através do olhar. Isso me impressiona e amedronta, para falar a verdade. Será que é porque sou um deles? Só sei que muitas vezes tenho vontade de sair correndo de perto de algumas pessoas… Nunca se sabe quando vão surtar!

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