Entradas categorizadas em ‘contra o vento’
Identificando loucos através do olhar
14 Março, 2008 · Deixe um comentário
Categorias: contra o vento
Lavando a alma
12 Março, 2008 · 1 Comentário
Ontem tomei uma destas gostosas chuvas que mais que molhar o corpo, lava a alma.
Confesso que ando desanimado com estes tais de seres humanos, dentro os quais eu me incluo.
Cada vez vejo mais claro que uma das principais invenções dos últimos tempos foi o fone de ouvido. Sem ele eu me recuso a sair de casa!
Categorias: contra o vento
Etiquetado: aforismos
Contra o vento [04]
2 Dezembro, 2007 · Deixe um comentário
Fico impressionado com a incapacidade que grande número de pessoas têm para conseguir ver um passo além de seus próprios umbigos. Será tão difícil perceber que gritar, buzinar e ouvir música alta no meio da madrugada incomoda quem está tentando dormir?
Categorias: contra o vento
Etiquetado: egocentrismo, vento
Contra o vento [03]
20 Novembro, 2007 · Deixe um comentário
O fato d’eu ser tão seco e aparentemente frio está diretamente ligado, por certo, às minhas experiências de vida durante infância e juventude. Como diz o dito popular, “o hábito do cachimbo faz a boca torta”.
Categorias: contra o vento
Etiquetado: vento
Contra o vento [02]
19 Novembro, 2007 · Deixe um comentário

Cada vez mais vejo pessoas, dentro dos coletivos, solitariamente escutando suas músicas através de fones de ouvidos. Este ato egoísta, contudo, é a melhor forma de se preservar das sandices alheias, vomitadas a esmo. Melhor ficarmos com as nossas.
Categorias: contra o vento
Etiquetado: sandices alheias, vento
Contra o vento [01]
19 Novembro, 2007 · Deixe um comentário
O tempo está passando com tal velocidade que o ideal seria que o dia tivesse umas 30 horas. Está aí! Bem que o Unibanco poderia financiar uma grande campanha, com todos os lobies e distribuição de propina que isso implica, para que os dias passem a ter 30 horas.

Belo Horizonte-MG, 19 de Novembro de 2007
Categorias: contra o vento · um olhar
Etiquetado: tempo, vento
Aforismos
19 Novembro, 2007 · 2 Comentários
Segundo o dublê de psicólogo e escritor “maldito” Ezio Flávio Bazzo, em seu livro de aforismos intitulado “A arte de cuspir, ou a dialética dos porcos”, este é o “estilo típico dos preguiçosos”. Um pouco de “A arte de cuspir”:
“As dificuldades que os indivíduos têm para ouvir os outros, levanta a hipótese de que o ouvido tenha sido incorporado ao corpo muito depois da língua.”
“Meu ódio de negócios é tão profundo, que quando sou obrigado a fazer algum, costumo ‘negociar’ contra mim mesmo. Se tivesse caído frequentemente nas mãos dos comerciantes, já teria perdido até minhas córneas.”
“Se dependesse de meus livros para sobreviver, já não seria possível localizar nem mesmo o carvão de meus ossos.”
“Eu mesmo penso, escrevo, edito e vendo meus livros. Sou um cínico perfeito!”
“As estradas e a mochila: um homem não precisa nada além disso. Seu verdadeiro mal é o espelho!”
“Ontem, um homem valia pela quantidade de flechas que transportava consigo. Hoje, na modernidade, ele vale pelo número de chaves que exibe tilintando na cintura. O chaveiro é o mais ridículo atestado da roubalheira e da imbecilidade humana.”
“Apesar das aparências, a humanidade nunca se preocupou verdadeiramente com a ‘alma’, sua grande neurose esteve sempre associada ao futuro dos ossos!”
“Cuspir é uma arte perversa. Por mais hábil que se possa ser, e por mais que se conheça as artimanhas do vento, o cuspe acaba sempre voltando e melecando o rosto daquele que o cospe.”
Ezio Flávio Bazzo
Categorias: contra o vento
Etiquetado: A arte de cuspir




